Encontre a experiência perfeita de mergulho.
Uma grande biodiversidade espera-o!
O tempo e as condições de mar em Cabo Verde permitem-nos mergulhar durante todo o ano. São Vicente oferece mergulhos entusiasmantes com uma grande diversidade de espécies, desde espécies endémicas como a castanheta de rabo branco, até aos tubarões gata, passando pelos exóticos peixes sapo e pelos enormes cardumes de cirurgiões, roncadores, afonsinhos e grandes peixes pelágicos.
A temperatura da água varia entre os 21ºC e os 27ºC e a visibilidade entre os 15 e os 30 metros.
É recomendado um fato de 3 ou 5 mm na época alta, de Julho a Novembro, e um de 5 ou 7mm na época baixa, de Dezembro a Junho.
Os mergulhos são feitos em embarcações semirrígidas e as viagens são relativamente curtas, entre 10 e 30 minutos, não permitindo, no entanto, voltar sempre ao cais de embarque entre mergulhos, sendo o intervalo de superfície passado a bordo - oferecemos água, bolachas tradicionais e fruta da época.
São Vicente é a segunda ilha mais populosa de Cabo Verde, localizada no grupo do Barlavento do arquipélago. O canal de São Vicente separa-a da vizinha ilha de Santo Antão, apenas a 45 minutos de barco. O Aeroporto Internacional Cesária Évora, localiza-se a sul da cidade do Mindelo, o principal centro urbano da ilha e a segunda maior cidade do país, onde se concentra grande parte da população da ilha que no seu todo conta com cerca de 70.000 habitantes.
A ilha, de aspecto úmido e árido, tem na pesca, no turismo e na exploração do seu movimentado porto de mar ― o Porto Grande ― as suas principais fontes de receita.
A moeda local é o escudo cabo-verdiano (CVE), mas euros são aceites em todo o lado. As tomadas eléctricas são do tipo EURO e a voltagem é 220V.
Os solos da ilha de São Vicente apresentam uma variedade diversa, são geralmente exíguos, pouco profundos, bastante rochosos provenientes de rochas vulcânicas como basaltos, fonolitos, tufos, escórias, traquitos, andesitos e rochas sedimentares com destaque para o calcário.
Devido às inúmeras falésias e baías temos mais de 20 locais de mergulho perto do Mindelo. Debaixo de água as formações rochosas cobertas de diferentes cores e de uma enorme variedade de espécies permite a todos ter uma incrível experoiência de mergulho em São Vicente.
A ilha de São Vicente tem uma superfície de 227 Km2. Mede 24 km de leste a oeste e 16 km de norte a sul. É a sétima maior ilha de Cabo Verde (ou a quarta menor).
Embora seja de origem vulcânica, a ilha é relativamente plana, especialmente a área central, a zona leste do Calhau e a zona norte da Baía das Gatas. O ponto mais alto da ilha é o Monte Verde com 774 m de altitude. Outras elevações importantes são o Monte Cara ― assim chamado por fazer lembrar um rosto humano olhando o céu (488 m no pico do "queixo", 480 m na ponta do "nariz", estando a maior elevação da formação montanhosa no pico de Fateixa, mais a oeste, com 571 m).
O clima é tropical seco, rondando os 24 °C de temperatura média do ar. A temperatura da água do mar oscila, durante o ano, entre os 20°C e os 27°C. Há duas estações: de Novembro a Julho decorre a estação seca e é quando sopram os ventos alísios; de Agosto a Outubro é a "estação das chuvas", embora a precepitação seja na realidade baixa.
Cabo Verde, oficialmente República de Cabo Verde, pais independente desde 1975, é um pais insular localizado num arquipélago formado por dez ilhas vulcânicas na região central do Oceano Atlântico. Os exploradores Portugueses descobriram e colonizaram as ilhas desabitadas no século XV, o primeiro assentamento europeu nos trópicos.
Descoberta no dia de São Vicente (22 de Janeiro) de 1462, pelo navegador português Diogo Gomes, escudeiro do Infante D. Fernando, a quem ficou pertencendo por doação de D. João II, o rei seu tio. A ilha foi inicialmente outorgada aos Duques de Viseu que, porém, não procederam à sua ocupação, situação que se manteve depois de, por herança, São Vicente ter passado para a propriedade do rei D.Manuel I. Mercê da endémica falta de àgua, a ilha ficou, por muitos e muitos anos, relegada à humilde condição de simples campo de pastagem do gado de alguns proprietários da vizinha ilha de Santo Antão.
São Vicente seria a última das ilhas do arquipélago a ser povoada. Foi só em 1838, quando se estabeleceu um depósito de carvão para abastecimento dos navios em rota pelo Atlântico na baía do Porto Grande, que a população se começou a fixar, fundando-se a cidade do Mindelo. Com a expansão do vapor, na segunda metade do século XIX, São Vicente teve um surto de desenvolvimento, com diversos depósitos de carvão ingleses em actividade e dezenas de navios a alcançarem o porto de Mindelo para se reabastecerem.
A ilha tornou-se escala obrigatória a meio do Atlântico para navios de todo o mundo e marinheiros de muitas nacionalidades confraternizavam nas tabernas e cafés do Mindelo. Por essa altura, a cidade tornou-se um centro cultural importante e cosmopolita onde a música, a literatura e o desporto eram cultivados. Chegou mesmo a aventar-se a hipótese de se transferir a capital para o Mindelo. O ciclo durou apenas algumas décadas, pois com a substituição, no início do século XX, do carvão pelo diesel como combustível dos navios, o importante porto perdeu a sua preponderância, sendo substituído pelas Canárias e por Dacar.
Mais tarde, a ilha ganhou novo fôlego como ponto de ligação transatlântica de cabos submarinos de telégrafo. Em 1874 foram amarrados os cabos submarinos da Western Telegraph Company, ligando a Praia da Matiota, na ilha de São Vicente, à Madeira e depois ao Brasil. Em 1886, Cabo Verde ficou também ligado à Àfrica e à Europa através de cabo submarino.
Do período áureo, a cidade do Mindelo conserva um centro histórico relativamente bem preservado, onde predomina a arquitectura de estilo colonial, sendo um bom exemplo o Palácio do Governador. O Liceu Nacional de Cabo Verde (que posteriormente se veio a chamar Liceu Central Infante D. Henrique e é a actual Escola Jorge Barbosa), inaugurado em 1917, teve enorme importância no desenvolvimento da consciência nacional cabo-verdiana, tendo lá estudado muitos dos obreiros da independência nacional, incluindo Amílcar Cabral e o actual Presidente da República Jorge Carlos Fonseca.
A flora indígena de Cabo Verde é formada por 224 espécies. Encontram-se 85 espécies endémicas, pertencentes a 11 famílias e 17 géneros. O género com maior representação é o Diplotaxis (Mostarda-brabo), com 8 espécies, seguido dos géneros Limonium (Carqueja), Lotus (Piorno) e Tornabenea (Funcho), com 5 espécies. A família com maior diversidade específica é a Asteraceae (compostas) com 10 espécies, entre as quais Sonchus daltonii Webb (Coroa-de-rei) e Artemisia gorgoneum Webb (Losna).
A flora de Cabo Verde, em particular a endémica, quando comparada à de outros arquipélagos da Macaronésia mostra-se relativamente pobre em número de espécies e indivíduos que se encontram inseridos em ecossistemas extremamente vulneráveis e submetidas às mais variadas condições adversas, como os factores naturais, erosivos e antrópicos, que têm provocado, ao longo dos anos, uma crescente degradação das populações de espécies.
Em Cabo Verde não existem animais ferozes nem venenosos. A fauna Cabo-Verdiana é constituída principalmente por animais domésticos e não-domésticos como aves, pequenos répteis, coleópteros, insetos endémicos e aves, existindo também várias espécies de pequenos símios na Ilha de Santiago.
Existem mais de cem espécies de aves terrestres e marinhas, das quais cerca de quarenta reproduzem-se localmente, sendo algumas endémicas e outras migratórias, da Europa e África. Uma boa parte é marinha, construindo os seus ninhos em escarpas em redor das ilhas e ilhéus.
Entre as variedades de répteis destacam-se os lagartos e as lagartixas, na sua grande maioria espécies endémicas. O lagarto mais célebre, o Macrocercos cotei (lagarto gigante), podia atingir 50 cm de comprimento, esta espécie foi avistada pela última vez em 1912 e dada como extinta em 2013.



A parte teórica dos cursos PADI é realizada através de eLearning mas para qualquer esclarecimento dispomos de um agradável espaço ao ar livre.

Equipados com um compressor BAUER e cerca de 70 garrafas damos-lhe a escolha de mergulhar com ar ou Nitrox e com garrafas de 12L ou 15L.

Ao lado do centro poderá lavar o seu equipamento e deixá-lo a secar de um dia para o outro nesta área.
Embarcação semi-rígida de 8.60 metros equipada com dois motores YAMAHA de 150 cavalos, VHF, Sonda, GPS, Kit de Oxigénio e Primeiros Socorros para garantir toda a segurança. Para assegurar o conforto temos duas escadas robustas bem como bancos para todos os equipamentos a bordo. Sem dúvida uma das melhores embarcações de mergulho em Cabo Verde.
Saiba quais as nossas raízes.
A espécie escolhida como mascote deste centro é a castanheta de rabo branco (Similiparma hermani), espécie endémica de Cabo Verde. No estado juvenil este peixe apresenta uma coloração intensa azul e amarela, sendo que quando passa ao estado adulto torna-se preto com apenas a cauda branca, como apresentado na fotografia.
Conheça os membros da nossa equipa, que trabalham diariamente para proporcinar as melhores experiências subaquáticas.
Fábio Samouco
Responsável de Centro fabio.samouco@haliotis.pt
Filipa Pinto
Instrutora de Mergulho filipa.pinto@haliotis.pt
Telm: + 351 262 781 160
Telm CV: +238 522 77 81
E-mail: saovicente@haliotis.pt
A Haliotis foi apoiada pela Promar e pelo QREN num projeto de desenvolvimento de um Guia de Espécies Submarinas de Portugal e no desenvilvimento das suas ferramentas de gestão bem como de divulgação internacional.